
No desespero da minha diferença, na ausência de uma comum unidade, perco-me no mundo até que, por gosto, centro-me. Centro-me em algum ponto, no meu fundo, e perco-me novamente, só que agora dentro de mim mesmo, e de tudo o que fui, sou, e possa vir a ser.
Depois eu volto de novo pra ausência. Depois eu volto de novo pro meu centro.
Miau.
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